sábado, 21 de fevereiro de 2009

A cor dos sonhos


A propósito da história de amor entre o
Gato Malhado e a Andorinha Sinhá !!


Se eu fosse a noite
Dava-te conforto, não medo
Cobria-te com o meu manto negro
Aconchegava-te na hora de adormecer
Cantava-te uma canção de embalar
Pedia às estrelas que iluminassem os teus sonhos
Pegava em ti ao colo,
Levava-te nos meus braços para as nuvens escondidas
Brincava contigo
Contávamos estrelas até a manha vir apagá-las.

Cristiana e Ana Rita, 8º2

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Se eu fosse o vento
Soprava como a brisa do mar
Contava histórias magníficas
Para todos invejar
Agora vou trabalhar
Vou ajudar a acender o sol
Para vos acordar.

Pedro e Fernando, 8º2
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Se eu fosse uma andorinha
Voava pelos jardins coloridos
Sentia os cheiros da Primavera
Os raios de sol que acariciavam
O meu corpo frágil
E o vento que soprava
No meu rosto
Sentia a magia da primavera
Entrar no meu coração
Cheirava as mais belas flores
Saboreava os mais belos frutos

Eva e Rita, 8º2
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Se eu fosse a Vaca Mocha
Seria às manchas pretas e castanhas,
Mas branquinha como o algodão.
Comeria ervinha verde e fresca todos os dias,
Para dar um leitinho bem ao gosto português!
Casaria com o um boi argentino como o meu pai
E teria muitos vitelinhos como antigamente
E cuidaria deles com muito carinho e amor
Para serem os vitelinos mais felizes do nosso parque.

Ana Luísa, 8º2
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Se eu fosse a Primavera
Enchia os campos de flores
Flores belas e cheirosas
Cheirosas como a brisa do mar
Mar que nos encanta
Encanta com suas melodias
Melodias que me fazem sonhar
Sonhar… e se eu fosse a Primavera?
Uma Primavera alegre e eufórica
Eufórica e cheia de cores
Cores lindas e maravilhosas
Maravilhosas, alegres e coloridas
Coloridas como a primavera
Primavera seria como?
Como seria se
Se eu fosse a Primavera?

Adriana e Marta, 8º2
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Se eu fosse a noite
Beijava os teus olhos e velava o teu sono.
Levava-te à lua com um beijo de carinho.
Pois, se eu fosse tudo...Seria muito pouco.
Porque a noite é uma História de Princesas
Que acaba à meia-noite com um final feliz...
Nem tudo acaba como nos contos de fadas,
Sem uma Lágrima no fim para marcar o começo de uma nova história.

Carina e Carina Sofia, 8º2
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Se eu fosse um pássaro, era livre. Voava alto, subia às nuvens, batia-lhes à porta e perguntava se queriam brincar um bocadinho. Depois, deitava-me sobre elas e chegava ao infinito nos sonhos sem olhar para trás. Refrescava-me no orvalho da manhã e na brisa da tarde.
Levantava-me cedo para ver o sol nascer e as estrelinhas a despedirem-se.
Fintava as crianças que brincam nos parques. Provocava os gatos pois sei que eles nunca me iriam alcançar.
Se eu fosse pássaro era feliz!

Filipa e Bárbara, 8º2
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Se eu fosse um rouxinol
Cantava de manhazinha
E à tardinha dormia uma soneca
À noite passeava com a andorinha
E de manhã acordava-a com o meu cantar
Para ela ser o meu par.

André e Hugo, 8º2
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Se eu fosse um pássaro, ia conhecer os lugares mais bonitos do mundo, fugia para os sítios verdes e montanhosos. Todos os dias voava em liberdade sobre os campos e o mar, fazia os meus ninhos nas árvores mais belas e altas.
Quando chegasse o Outono emigrava para outros países, à procura da Primavera e dos campos vestidos de verde.

Daniel e Vítor, 8º2


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Se eu fosse o vento,
Voava entre as montanhas do Norte,
Voava sobre as águas quentes do Sul,


Rasgava as cascatas como um adolescente livre.

Se eu fosse o vento,
Passeava com o sol,
Bailava com a lua
Andava de mãos dadas com as estrelas.
Cátia e Paula, 8º1
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Se eu fosse a manhã, dormia até não me apetecer mais, fugia de todos para viajar com o vento e conhecer novos lugares.
Calava os galos e parava os relógios e não me importava com os questionários do tempo.
Escolhia melhor os meus amigos para que não fizessem queixas das minhas irresponsabilidades.
Convidava a noite e o vento para irmos à discoteca e depois passeávamos à beira-mar.

Maria e Mariana, 8º1
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Se eu fosse o Gato Malhado
Não fazia mal aos outros,
Era sociável e amigo,
Gentil e animado.

Se eu fosse o Gato Malhado
Procurava ser feliz,
Ter bons sentimentos
E viver alegre.

Luís e Rui, 8.º1
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Se eu fosse o tempo
Encurtava os dias de sofrimento
E alongava os momentos de felicidade

Se eu fosse o tempo
Tornava cada momento único,
Voava até ao infinito
Procurava a alegria eterna para todos

Se eu fosse o tempo
Coloria cada vida de inesquecíveis memórias
Pintava cada coração
Com traços marcantes de glória de viver.

Bruno e Nelson, 8º1
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Se eu fosse a manhã dormia sempre à beira do sol.
Adormecia com a claridade das estrelas.
As nuvens seriam as minhas macias almofadas.
Conversava com a lua.
Contava-lhe os meus sonhos, desejos e paixões.
Vencia o mundo com o meu sorriso.
Acalmava o vento para que ficasse sossegado.

Márcia e Joana, 8º1
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Se eu fosse a Andorinha Sinhá
Acordava todas as manhãs
Para encantar o mundo com o minha beleza

Se eu fosse o Gato Malhado
Parava o tempo no Verão
Para poder ficar com a Sinhá

Se eu fosse o sol
Deixava de brilhar
Para contemplar a noite

Elizabeth e Ana Cristina, 8º1
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Se eu fosse um pássaro,
Voava nos braços do meu amor
Sem dor nem rancor.

Se eu fosse um pássaro,
Tinha um coração
Que amava e sobretudo perdoava.

Se eu fosse um pássaro,
Voava pelas montanhas
Todas as manhãs.

Se eu fosse um pássaro,
Não perdia tempo
E voava como o vento.

Ana , 8º1
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Se eu fosse o vento, atravessava muros e batia à porta de cada coração para fazer as pessoas felizes. Ajudava a espalhar as secretas paixões com um dos meus fortes sopros.
Acalmava os corações desejosos de um grande e intenso beijo com a minha leve brisa e brincava com o nervosismo das raparigas.
Não seria o melhor dos ventos porque também gosto de brincar com as saias das belas e vaidosas meninas, mas seria um vento com inúmeras qualidades para defender e ajudar a bela dança do amor.

Mariana, 8º1
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Se eu fosse o Gato Malhado,
Fazia canções de encantar.
Punha a Andorinha feliz,
E assim poderia amá-la.

Se eu fosse o Gato Malhado,
Não era solitário.
Falava para todos,
Para ser amado.

Se eu fosse o Gato Malhado,
Ia ao encontro do amor.
Para ficar com a minha
Dama de Honor.
Paulo César e Paulo Daniel, 8º1
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Se eu fosse a Andorinha Sinhá
Não ligava ao preconceito
Passeava com o Gato
Tornava o amor perfeito

A lei das andorinhas
É para respeitar
Mas como amo o Gato
A nada vou ligar

Tudo me amava
Agora ninguém me respeita
Tudo me admirava
Agora ninguém me acha perfeita

Qual a decisão
Que deve ser tomada
Casar com o Gato
Parece-me uma ideia acertada

Pensam que o meu Sol
Se chama Rouxinol
Mas na realidade
O Gato é o meu amor de verdade

Frederico e João Filipe, 8º1

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